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terça-feira, 21 de janeiro de 2014

CABO DO BOPE É ACUSADO DE TENTATIVA DE HOMICÍDIO PELA EX-COMPANHEIRA, QUE É GUARDA MUNICIPAL DO RIO DE JANEIRO (RJ)

A guarda municipal Juliana da Silva Roos, de 25 anos, foi vítima de uma tentativa de homicídio na noite do último domingo, quando passava em seu Palio branco pela Estrada do Taquaral, na Vila Aliança, em Bangu, na Zona Oeste do Rio. A jovem foi atingida por cinco tiros. Segundo a mãe de Juliana, a filha acusa o ex-companheiro, o cabo do Bope José Adriano de Souza, pelo crime.
Heloísa Pereira da Silva, de 43 anos, contou, em depoimento na 34ª Dp (Bangu), que a filha relatou, pelo telefone, que o PM é quem havia efetuado os disparos.

— Eu estava no celular com a minha filha quando tudo aconteceu. Ela repetia, gritando: “Mãe, o Adriano tentou me matar”— afirma a mãe da vítima.

Eram cerca de 19h30m de domingo quando Juliana passava pelo local do crime. Ela chegava em casa após um dia de trabalho na unidade da Guarda Municipal no Porto do Rio. Na altura do número 100, um carro emparelhou com o da jovem, e o motorista disparou diversas vezes contra ela. Um tiro atingiu Juliana abaixo do joelho, outro na mão, e mais três no peito. Ainda consciente, a guarda contou à mãe ter visto que Adriano havia atirado contra ela.
De acordo com parentes da jovem, o policial é atirador de elite do Bope. Os dois tinham se separado em novembro do ano passado, após cinco anos morando juntos. O estado de saúde da jovem, internada num hospital na Zona Oeste, é crítico.

Marcas de tiros no carro de Juliana: estado da guarda é crítico Foto: Fábio Guimarães

Brigas

De acordo com parentes de Juliana, no mês passado Adriano procurou a ex para que eles reatassem, mas o policial acabou desistindo e os dois se desentenderam.

Depoimentos

Por enquanto, Adriano é tratado pela Polícia Civil como testemunha. Ele será chamado para depor na 34ª DP (Bangu), que investiga o caso. Parentes de Juliana também serão ouvidos.

Sindicância

O PM não foi localizado pelo EXTRA. Por causa da denúncia contra o cabo, a Polícia Militar informou que vai abrir uma sindicância para apurar a conduta do militar.

Um ano e sete meses

Juliana trabalha na Guarda Municipal do Rio de Janeiro há um ano e sete meses. 


Fonte: http://extra.globo.com/

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